CONTADOR PARA IMPLANTAÇÃO DE SISTEMA ERP BLING

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Contador para implantação de sistema ERP Bling

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CONTADOR PARA IMPLANTAÇÃO DE SISTEMA ERP BLING

Contador para implantação de sistema ERP Bling

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Quais as premissas adotar na implantação de sistema ERP para ser bem sucedida?

Conhecer bem os quatro passos para iniciar a implantação de sistema ERP Bling na organização para que seja bem sucedida requer adotar quatro elementos chave fundamentais e determinantes no seu projeto como um todo denominado técnicas de PCER.

O que Significa PCER?

PCER: PREMISSAS DE IMPLANTAÇÃO DE SISTEMA ERP

O que significa PCER?

  1. Planejamento
  2. Controle
  3. Execução
  4. Revisão

Esses quatro quesitos parecem básicos, mas envolve uma série de fatores extremamente importante em cada uma dessas etapas exigindo responsabilidades durante todo o que pode ser a chave mestre no seu modelo de negócio que poderá definir o futuro, sucesso ou fracasso da sua empresa, então é importante levar muito a sério esses quatro passos conhecido como PCER.
Como contador há mais de 26 anos de experiência na área de contabilidade mais precisamente trabalhando com implantação de sistemas ERP’s para Pequenas, médias e Grandes Empresas até mesmo envolvidas em projetos de implantação de sistema Global em diversos países e culturas totalmente diferentes em nossa sociedade, sou privilegiado por vivenciar na alma sucesso e insucesso nas organizações, isso nada mais quer dizer que adquiri experiência o bastante para saber como lidar com essas quatro fases denominadas PCER.

É necessário um contador experiente na sua empresa que possa conhecer (estudar) o modelo de negócio organizacional (Core business) será peça fundamental nas atividades de PCER, isso significa fazer um diagnóstico detalhado á partir das premissas de PCER na sua organização dando inicio ao projeto. Bem, essas são algumas perguntas básicas e preliminares que costumo fazer antes de iniciar qualquer projeto de implantação de sistema ERP nas organizações antecedendo as quatro fases para iniciar o PCER.

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SISTEMA EMISSOR DE NOTA FISCAL ELETRÔNICA NFe

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Importante ter um contador a favor da sua empresa que conheça bem os quatro passos para iniciar a implantação de sistema ERP na organização para que seja bem sucedida requer adotar quatro elementos chave fundamentais e determinantes em um projeto como um todo denominado PCER.

O QUE SIGNIFICA PCER?

PREMISSAS DE IMPLANTAÇÃO DE SISTEMA ERP

O que significa PCER?

  1. Planejamento
  2. Controle
  3. Execução
  4. Revisão

Esses quatro quesitos parecem básicos, mas envolve uma série de fatores extremamente importante em cada uma dessas etapas exigindo responsabilidades durante todo o que pode ser a chave mestre no seu modelo de negócio que poderá definir o futuro, sucesso ou fracasso da sua empresa, então é importante levar muito a sério esses quatro passos conhecido como PCER.
Como contador há mais de 26 anos de experiência na área de contabilidade mais precisamente trabalhando com implantação de sistemas ERP’s para Pequenas, médias e Grandes Empresas até mesmo envolvidas em projetos de implantação de sistema Global em diversos países e culturas totalmente diferentes em nossa sociedade, sou privilegiado por vivenciar na alma sucesso e insucesso nas organizações, isso nada mais quer dizer que adquiri experiência o bastante para saber como lidar com essas quatro fases denominadas PCER.

Então vamos começar com algumas perguntas básicas:

PRÓXIMOS PASSOS:

Conhecer (estudar) o modelo de negócio organizacional (Core business) será peça fundamental nas atividades de PCER, isso significa fazer um diagnóstico detalhado á partir das premissas de PCER na sua organização dando inicio ao projeto. Bem, essas são algumas perguntas básicas e preliminares que costumo fazer antes de iniciar qualquer projeto de implantação de sistema ERP nas organizações antecedendo as quatro fases para iniciar o PCER.

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 Contador para implantação de sistema ERP Bling, conheça as principais técnicas de implantação de sistema ERP e saiba como alcançar o sucesso da sua empresa

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Método de fluxo de caixa realizado e projetado

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Método de fluxo de caixa realizado e projetado Sistema ERP Vinhedo, Valinhos, Campinas e Região.
Método de fluxo de caixa realizado e projetado

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Para elaborar o Fluxo de Caixa existem dois métodos: Direto e Indireto. O método direto demonstra os recebimentos e pagamentos derivados das atividades operacionais da empresa em vez do lucro líquido ajustado. Mostra efetivamente as movimentações dos recursos financeiros ocorridos no período. Já o método indireto é aquele no qual os recursos provenientes das atividades operacionais são demonstrados a partir do lucro líquido, ajustado pelos itens considerados nas contas de resultado que não afetam o caixa da empresa.

Controles Financeiros Método Direto e Indireto

Assim, trabalhar com valores previstos e compará-los com o realizado (acontecido na data), além de mostrar futuras faltas ou sobras de caixa, permite tomar decisões antecipadas sobre aumento de compras, liquidações, racionalizações de custos, hora certa para fazer investimentos e até mesmo sobre a possibilidade de retirar mais pró-labore sem “sangrar” a empresa:

  • Controle de contas a pagar;
  • Controle de contas a receber;
  • Controle de caixa e bancos;
  • Fluxo de caixa;
  • Conciliação bancária;
  • Controle de tesouraria;

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ERP CLOUD

WORKFLOW

FACILIDADE

CRESCIMENTO

CONTAS A PAGAR

As contas a pagar são obrigações assumidas pela empresa, que devem ser liquidadas nas datas de vencimento.

CONTAS A RECEBER

Geralmente, as empresas trabalham com vendas a prazo. Com isso se tornam competitivas e realizam mais vendas.

CONTROLE DE CAIXA

Para financiar a continuidade das operações necessita de recursos, sendo que o caixa esteja disponível a favor da empresa.

CONTROLE DE BANCOS

Assim como o caixa, quando a empresa possui saldos em contas de bancos, poderá utilizar os recursos captados.

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Normas Internacionais

Normas Internacionais

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Normas Internacionais

Contabilidade Internacional:

Por ser uma ciência social, o idioma contábil enfrenta dificuldade em ser eficaz como meio de comunicação ao ter de submeter-se a esquemas normativos distintos. As diferentes normas contábeis utilizadas pelos diversos países vêm dificultando os processos informativos no ambiente econômico globalizado, tanto no controle de investimentos multinacionais, quanto na obtenção de recursos externos.

Além da moeda e língua distintas, as regras para elaboração das demonstrações financeiras são bastante diferentes.

Os GAAP (Generally Accepted Accounting Principles) são concernentes à mensuração da atividade econômica, ou seja, o momento em que tais medidas são feitas e registradas, a evidenciação envolvendo essas atividades, e a preparação e apresentação das atividades econômicas sumarizadas nas demonstrações financeiras.

Os princípios contábeis, produto do meio econômico no qual são desenvolvidos, direcionam-se usualmente a soluções objetivas, conservadoras e verificáveis.

A Contabilidade, como ciência do conhecimento econômico empresarial, objetiva informar as transações incorridas pela entidade, seus efeitos econômicos atuais (resultado) e dar condições de visão dos efeitos econômicos futuros (valor).

Para tanto, costuma-se decompor os princípios normativos da Contabilidade em dois:


Normas Internacionais

O Ambiente Econômico Internacional e a Regulamentação Contábil
O Ambiente Econômico Internacional e a Regulamentação Contábil

            Em Teoria dos Sistemas, aprendemos que o ambiente é aquilo que afeta o sistema, porém esse não pode afetá-lo relevantemente.

            Podemos classificar o ambiente geral contábil em vários componentes, por exemplo: ambiente econômico (capitalismo); ambiente jurídico (lei comum e lei codificada); ambiente social; ambiente tecnológico etc.

            Há situações em que dois ou mais componentes ambientais incongruentes afetam o SIC (Sistema de Informação Contábil) – por exemplo, a contabilidade de uma subsidiária de empresa norte-americana localizada na China Continental. Nesse caso existem dois ambientes econômicos (capitalismo e socialismo) a influenciar o SIC da subsidiária, com usuários da informação contábil pertencentes aos dois ambientes.

            Vamos nos ater aqui ao ambiente normativo (jurídico em sua acepção ampla), que afeta o registro de transações econômicas e dos subsequentes relatórios (demonstrações financeiras ou contábeis) do SIC.

            A evolução da contabilidade em vários países levou inevitavelmente a diferentes práticas e regulamentações.

            Em adição às diferenças de sistemas econômicos, sistemas legais diferentes têm levado a efeitos profundos na abordagem contábil e seu reporte financeiro.

            Qualquer que seja o sistema legal ou econômico, em virtualmente todos os países do mundo há algum grau de regulamentação da profissão contábil pelos órgãos regulatórios do governo ou sociedades profissionais, ou ambos. O resultado geral é um complexo aglomerado de leis, regras e padrões.

            Entre os países mais desenvolvidos do mundo, existem dois tipos distintos de ambientes regulatórios, cada qual, por sua vez, condicionou dois tipos de evolução da teoria e prática contábil.

            Embora haja uma vasta cadeia de diferenças entre esses dois grupos, parece que a diferença essencial está entre o costume da common law versus a tradição da code law.

            As nações que têm codificado muitas regras de comportamento tendem também a formalmente prescrever assuntos contábeis e de reporte financeiro, e frequentemente o reporte financeiro tem sido subserviente ao sistema de impostos do país.

            O Código Napoleônico é universalmente referido como um modelo de code law, e de fato a maioria das nações dominadas pela França durante o império de Napoleão aderiu a essa abordagem legal.

            O pólo oposto ao code law. O common law, é exemplificado pela Inglaterra e os países, incluindo Estados Unidos, influenciados pela Grã-Bretanha.

            Enquanto os países que seguem o modelo code law tendem a prescrever o que precisa ser feito, as nações optantes do common law tendem a ser permissivas até que as regras sejam feitas sobre ações que não devem ser efetuadas, como as que proscrevem relatórios financeiros fraudulentos; como exemplo, temos a lei norte-americana Sarbanes Oxley.

            Adicionalmente, a tradição de livre empresa de um país historicamente sido importante no desenvolvimento de regras contábeis e na profissão contábil.

            O princípio de full disclosure é muito importante tanto nos Estados Unidos quanto no Reino Unido. Espera-se que as demonstrações financeiras sejam transparentes, de maneira que os usuários, geralmente considerados investidores e credores, possam entender a completa natureza do relatório das operações e finanças da empresa.

            As regras são largamente estabelecidas pela própria profissão, e o reporte de impostos é um assunto separado e distinto que não direciona o relatório financeiro.

            O regulamentador do mercado de capitais norte-americano (Securities and Exchange Comission – SEC) tem autoridade estatutária para estabelecer GAAP para sociedades anônimas abertas, que virtualmente nunca exerceu, deixando a organismos profissionais contábeis a responsabilidade por este estabelecimento.

            Se comparados com os Estados Unidos e o Reino Unido, países da Europa e Japão têm um sistema econômico capitalista que se baseia menos no mercado público de capitais e mais em financiamentos bancários.

            O relacionamento entre financiadores e tomadores é muito maior que o geralmente existente entre as companhias e seus investidores acionários, uma vez que há tipicamente menos emprestadores do que acionistas, e cada emprestador tem um interesse maior nos eventos futuros do que um passivo investidor.

            Assim, existe uma grande habilidade em obter informação informalmente; financiadores importantes podem demandar informação de seus devedores à vontade e não há limitação de qual disclosure é mandatório pelos padrões contábeis ou pela frequência que o reporte financeiro é feito aos acionistas. A implicação é que as regras contábeis são de menor importância nesses ambientes.

            Ambos, França e Alemanha, têm tradição de code law e nas duas nações a profissão contábil do setor privado tem influência limitada no desenvolvimento de requerimentos contábeis e de reporte financeiro. O reporte financeiro é ditado pela lei, que faz algumas distinções entre empresas grandes ou companhias estatais e empresas pequenas ou privadas.

            O sistema francês é muito similar ao alemão, tendo sido substancialmente influenciado por esse país durante a ocupação da Segunda Guerra Mundial.

            A maior parte dos conceitos básicos, como o regime de competência de exercícios e o regime da continuidade (going concern assumpion), é idêntica aos reconhecidos pelos Estados Unidos e Reino Unido.

            As regras de reporte financeiro japonesas foram originalmente modeladas pela contabilidade alemã, como um resultado da associação entre essas duas nações na primeira metade do século XX, embora recentemente elas tenham sido influenciadas pelos padrões norte-americanos.

Princípios de Contabilidade Geralmente Aceitos (USGAAP).
USGAAP

“Assumption Generally Accepted Accounting Principles”

Princípios de mensuração. Determinam o momento e a base dos itens que pertencem ao ciclo contábil e impactam as demonstrações financeiras. São padrões quantitativos que requerem respostas numéricas precisas a problemas e atividades sujeitas à grande quantidade de incertezas.

Princípios de evidenciação. Lidam com fatores que nem sempre são numéricos.

             Tais evidenciações envolvem quadros qualitativos que são os ingredientes essenciais de um grande conjunto de demonstrações financeiras. A sua ausência pode fazer as demonstrações financeiras, criadas pelos princípios de mensuração, confusas em si mesmas.

            Os princípios de evidenciação complementam os padrões de mensuração ao detalhá-los e ao dar outras informações sobre políticas contábeis, contingências, incertezas etc., que são ingredientes essenciais no processo analítico de contabilização.

            Os GAAP englobam as convenções, regras e procedimentos necessários para definir a prática contábil aceitável num momento particular.

            O padrão dos GAAP inclui não apenas um direcionamento amplo de aplicação geral – normalmente denominado de Estrutura Conceitual Básica –, mas também práticas e procedimentos detalhados.

            Os GAAP são convencionais; eles se tornam em geral aceitos por acordo (frequentemente tácito) em vez de derivação formal de um conjunto de postulados ou conceitos básicos.

            Os princípios têm sido desenvolvidos com base na experiência, razão, costume, uso e, em extensão significativa, necessidade prática.

A Necessidade de Padrões Contábeis
A Necessidade de Padrões Contábeis

A contabilidade é uma disciplina essencialmente padronizada, e é de sua consistência que tem resultado tanto sucesso ao longo dos séculos. As grandes mudanças nas práticas comerciais que se seguiram ao término da Segunda Guerra Mundial têm levado à necessidade da internacionalização das práticas contábeis e de autoria; mudanças essas encontradas principalmente na evolução dos empreendimentos multinacionais e, mais recentemente, nos mercados de capitais internacionais.

A Tecnologia da Informação tem acelerado esse processo, municiando a comunicação corporativa em aceleração geométrica. As multinacionais cresceram relevantemente e nos últimos quarenta anos assumiram um papel dominante em muitos segmentos de mercado afetando quase todos os países, cada governo e cada indivíduo.

Sob uma perspectiva contábil, a complexidade de conduzir operações de negócios internacionais através de fronteiras nacionais, cada uma com um conjunto de regulamentações comerciais e quase frequentemente com critérios contábeis diferentes, apresenta um desafio assustador aos contadores e corpos profissionais que estabelecem regras de contabilidade e auditoria.

A diversidade da contabilidade aplicável e das regras de impostos afetam a habilidade do empreendimento em preparar informação financeiras fidedigna necessária à análise cuidadosa de oportunidades de investimento. A globalização dos mercados de capitais também contribui para a necessidade de harmonizar os requisitos do reporte financeiro.

SEC e FASB
SEC e FASB

A SEC (Securities and Exchange Comission) é o órgão responsável pela regulamentação e fiscalização do mercado norte-americano de capitais. Tem o objetivo principal de assegurar aos investidores acesso à informações completas necessárias à tomada de decisão.

A SEC tem autoridade estatuária para estabelecer GAAP a entidades públicas (sociedades anônimas abertas ou a elas equiparadas), contudo tem deixado à profissão contábil o recurso de auto-regulamentação, em específico à FASB (Financial Accounting Standards Board).

A FASB é uma junta reconhecida e subordinada às regras da SEC que tem como objetivo estabelecer e aperfeiçoar os procedimentos, conceitos e normais contábeis nos Estados Unidos. Entre esses estão pronunciamentos (FASB Stantements), interpretações, boletins técnicos e forças-tarefas.

Com base nas normas emitidas pela FASB, as empresas submetidas à fiscalização da SEC convertem seus demonstrativos financeiros e reportam as transações em moeda estrangeira, incluindo contratos de câmbio futuro.

Desde a sua fundação, em junho de 1973, a FASB tem sido a organização, nos Estados Unidos, com autoridade designada para estabelecer padrões de contabilidade financeira; ela é reconhecida como autoridade por meio do SEC Accounting Series Release nº 150, de 1973, e pela Regra 203, que faz parte das Regras de Conduta do AICPA (American Institute of Certified Public Accountants).

A Release nº 150 estabeleceu que:

Princípios, padrões e práticas promulgados pela FASB serão considerados pela Comissão como tendo substancial suporte e aqueles contrários aos promulgados pela FASB serão considerados como não tendo esse suporte. (tradução nossa)

Embora haja controvérsias e desacordos sobre suas atividades e pronunciamentos, a FASB continua a operar com a confiança dos profissionais da Contabilidade e organizações empresariais.

A FASB é um corpo independente, suportado pela Fundação de Contabilidade Financeira (Financial Accounting Foundation – FAF) para seleção de seus membros e receita de orçamentos; os fundos são levantados das contribuições feitas à Fundação. O Conselho de Curadores (Board of Trustees) da FAF é formado por membros dos seguintes órgãos:

  • American Accounting Association;
  • American Institute of Certified Public Accountants;
  • Financial Analysts Federation;
  • Financial Executives Institute;
  • Government Finance Officers Association;
  • Institute of Management Accountants;
  • National Association of State Auditors, Comptrollers and Treasurers;
  • Securities Industry Association.

Em 1984, a FAF estabeleceu a Governmental Accounting Standards Board (GASB) para definir padrões de contabilidade financeira para o Estado e entidades governamentais locais.

A FASB consiste em sete membros em período integral.     Eles têm experiência diversa, com três oriundos da contabilidade pública, dois da iniciativa privada, um do governo e um da área acadêmica. O grupo é assistido por profissionais que conduzem pesquisa e trabalho diretamente com a FASB.

Existe também um Conselho de Aconselhamento de Normas Contábeis Financeiras (Financial Accouting Standards Advisory Council) que tem responsabilidade por consultoria ao FASB nas áreas maiores de pesquisa e análise.

Entre os vários tipos de princípios contábeis mandatórios que o FASB emite, destacam-se os Pronunciamentos de Normas Contábeis Financeiras (Stantements of Financial Accounting Standards). Eles estão disponíveis para download, em forma resumida e integral, no site www.fasb.org, além das Interpretações (FIN) e Conceitos (SFAC).

Vale destacar ainda as Interpretações (Interpretations) e os Boletins Técnicos. As primeiras são utilizadas para classificar ou elaborar padrões existentes ou pronunciamentos de organismos predecedores; elas são submetidas ao Conselho para comentário e avaliação. Já os Boletins Técnicos usualmente abordam assuntos não cobertos pelos padrões existentes e são principalmente usados para fornecer orientações a respeito de tópicos que não costumam sofrer grandes mudanças. Os Boletins são discutidos nas reuniões da FASB e submetidos ao seu veto.

Ambos, Interpretações e Boletins, são designados à implementação e auxílio na resolução de problemas em assuntos relativamente sérios.

Modelo Conceitual

Modelo Conceitual

A FASB emitiu os chamados Pronunciamentos de Conceitos de Contabilidade Financeira (Statements of Financial Accounting Concepts – SFAC) em uma série designada a constituir a fundação dos padrões de contabilidade financeira. O modelo é desenhado para prescrever a natureza, função e limites da Contabilidade Financeira e para ser usado como guia que irá conduzir a padrões consistentes. Esses pronunciamentos não estabelecem padrões contábeis ou práticas de evidenciação para itens particulares.

Os pronunciamentos do Modelo Conceitual são:

A seguir, são apresentadas as principais normas de USGAAP, mais usualmente verificadas em sua aplicação:

Podemos notar que a longa evolução das práticas de disclosure contábil norte-americanas justifica a tradição de serem USGAAP os padrões mundiais contábeis quando se fala em mercado de capitais.

Até o momento desta edição, foram emitidos 150 SFAS.

IFRS
IFRS
A Contabilidade Internacional e o Iasb

      O IASB (Internacional Accounting Standards Board) é o responsável pela emissão de padrões internacionais de contabilidade e esse padrão é aceito pela União Européia que o adota mandatoriamente a partir de 1º de janeiro de 2005. O site www.iasplus.com é, dentre os pesquisados até setembro/2004, um dos melhores que versam sobre o tema Contabilidade Internacional e possui farto material de consulta a respeito.

      Até março de 2004 foram emitidos, além de 41 IAS (Internacional Accounting Standards), mais de 5 IFRS (International Financial Report Standard). A relação de normas IAS emitidas pelos IASC/IASB.:

Programa da Declaração de Imposto de Renda 2017

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Todo começo de ano, entre os meses de março a abril, os trabalhadores precisam prestar contas à Receita Federal.

O Imposto de Renda 2017 deverá ser declarado por alguns brasileiros para a Receita Federal. Você, trabalhador, sabe o que é de fato o Imposto de Renda? Hoje vamos te explicar direitinho o que é o Imposto de Renda 2017 e qual o cronograma a seguir para fazer a sua declaração.

Principais Serviços:
Programas IRPJ disponíveis.

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Dois programas liberados em 20/Jan/17

O Programa Imposto de Renda 2017 é ótimo para ajudar os cidadãos na hora de fazer a declaração. Saiba como obter o Programa Imposto de Renda 2017, dicas e vídeo orientação desenvolvidos justamente para te ajudar.

Não declarou? Então saiba o que fazer e deixe de falar “Não declarei o Imposto de Renda 2017, e agora?

 


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A Receita Federal divulgou nesta sexta-feira o calendário para a entrega da declaração do imposto de renda deste ano de 2017.

Declaração Restituição Imposto Renda

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Declaração restituição imposto renda contador Rio de Janeiro RJ, consultoria, assessoria e declaração via internet online GRÁTIS e pago Contador Independente. O contribuinte que declara o imposto de renda tem direito a restituir, ou seja receber restituição quem pagou Imposto de Renda a mais durante exercício social (O imposto de renda é descontado na folha de pagamento mensalmente de trabalhadores assalariados registrados em carteira).A retenção é feita pela empresa, recolhida no banco á favor da Receita Federal Brasileira sendo descontado no próprio salário mensal, ou seja retido na fonte.

Então na hora de declarar, o programa faz as contas.denominado como ajuste anual… A Secretaria da Receita Federal programa anualmente sete lotes para restituição de imposto de renda junho a dezembro.

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Restituição:

O próprio programa da Receita Federal faz as contas na hora da declaração de Imposto de Renda. As pessoas que costumam conseguir o direito à restituição do Imposto de Renda são aquelas que têm uma grande quantidade de deduções, como acontece no caso de despesas médicas, por exemplo.

A entrega da declaração após 29/04/2016, se obrigatória (ver item Obrigatoriedade de Apresentação da Declaração), sujeita o contribuinte à seguinte multa:

a) existindo imposto devido, ainda que integralmente pago, multa de 1% (um por cento) ao mês ou fração de atraso, calculada sobre o imposto devido, observados os limites mínimo de R$ 165,74 e máximo de 20% (vinte por cento) do imposto devido;

b) não existindo imposto devido, multa de R$ 165,74. A multa será objeto de lançamento de ofício e terá por termo inicial o primeiro dia subsequente ao fixado para a entrega da declaração e por termo final o mês da entrega ou, no caso de não apresentação, do lançamento de ofício. No caso do não pagamento da multa por atraso na entrega dentro do vencimento estabelecido na notificação de lançamento emitida pelo PGD, a multa, com os respectivos acréscimos legais decorrentes do não pagamento, será deduzida do
valor do imposto a ser restituído para as declarações com direito a restituição.


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